Etiqueta

O que é ser chique

​É inevitável. Quando se fala em etiqueta, logo vem à mente a imagem da​ elegância. Sim, de fato, uma pessoa que pensa no próximo e cultiva boas​ maneiras é uma pessoa elegante. Mas, afinal, o que é ser chic? Ser chic é​ respeitar o próximo, ter ética e saber se comportar em qualquer​ ambiente. Uma pessoa elegante não distrata quem ela julga ser​ inferior, seja financeiramente ou em cultura. É elegante quem não​ esnoba o outro, quem não tem nariz em pé, quem tem sempre um​ sorriso a distribuir. Mas lembre-se: sorriso é uma coisa. Gargalhada é​ outra. Evite os excessos, os exageros. Controle o tom de voz, o​ contato físico. Para falar com seu interlocutor, não é necessário dar​ tapinhas e cutucadas, encostar a mão o tempo todo. Pegar no braço e​ ainda por cima dar uma puxadinha? Nem pensar.

Tenha noção de espaço

Algumas pessoas, quando encontram um amigo, chegam tão perto​ que é sempre preciso dar um passo atrás. Com certas pessoas, dá​ vontade de abrir um guarda-chuva para evitar as gotículas que surgem​ a cada frase. Tenha bom senso e seja autocrítico.

Na rua

Está andando e encontrou um amigo? Tire os óculos de sol e olhe nos​ olhos. Se a conversa esticar, pode repor os óculos. Mas não pare no​ meio da calçada, fazendo com que outros transeuntes tenham que ir para a rua. Também evite interromper portas. Não ande correndo, não​ coma andando.

No elevador

Lembre-se de que quando a porta abrir, provavelmente alguém irá sair​ daquele espaço. Então, não seja apressado para entrar. Nem para​ sair. Empurrar outras pessoas ou se encostar para que o outro acelere
é feio e deselegante. Outra regrinha para elevadores: um passo atrás,​ por favor. Tem gente que se acha o dono do mundo e não pensa no​ outro, não é? Vamos pensar que é preciso que todos se acomodem. Ah, quando entrar, cumprimente as pessoas.

No taxi

Sente-se atrás e atrás da cadeira do carona. Desta forma, o motorista​ poderá falar melhor com você. Se for um casal, que o homem tome​ esta posição.

Entrando e saindo do carro

A Lady Di era uma verdadeira lady neste assunto. Os fotógrafos sempre​ tentavam encontrar um deslize dela e nunca conseguiam. Quer sair,​ mesmo de saia, de forma elegante? Jogue as duas pernas para fora,​ depois seu corpo. Para entrar, sente-se de lado, depois coloque as​ duas pernas para dentro, simultaneamente.

No sofá

Nada de se esparramar. Não precisa chegar ao encosto. Mantenha as​ costas retas e as pernas paralelas, mesmo quando cruzadas.

Postura ideal

​Não é preciso treinar com o livro na cabeça. Basta manter as costas​ retas e nunca deixe os ombros caídos. O aspecto é de desleixo. Não​ chute pedrinhas arrastando os sapatos nem ande marchando. Rebolar​ também não vale, amiga.

Fotos: Divulgação Internet e Pinterest

E aí, gostaram da matéria preparada pela minha colaboradora Débora Batista?

Etiqueta

Etiqueta e Mesa Posta

TÔ CHEGANDO!
Olá, amigos! A partir de hoje, semanalmente temos encontro no blogdavania.com dando dicas de etiqueta e mesa posta para o seu dia-a-dia. Sou graduada em Jornalismo e já atuei como professora em cursos de moda e também de hotelaria. Será um prazer dividir minha experiência com vocês. Sou graduada em Jornalismo e já atuei como professora em cursos de moda e também de hotelaria. Será um prazer dividir minha experiência com vocês.

Etiqueta não é frescura

Você sabe como nasceu a Etiqueta? Pois bem, essa senhora é idosa e veio de longe. As regras de etiqueta surgiram na França e tiveram seu momento máximo com o rei Luiz XIV, que construiu o castelo de
Versailles. Naquela época, para ter acesso ao rei ou a altas autoridades da corte e da família real, era preciso gastar um tempinho no pátio estudando um manual de protocolos a fim de aprender a como se
apresentar. E hoje? Essas normas ainda são necessárias? A Etiqueta social de hoje existe para entendermos que nosso espaço termina quando começa o espaço do próximo. É preciso respeitar limites para vivermos bem em sociedade, não acham?

Quando tudo mudou

As regras de Etiqueta eram repassadas de pais para filhos, na educação tradicional, do lar. Porém, com momentos como a revolução feminina e geração bicho-grilo, o mundo passou por uma necessidade de quebrar barreiras e conquistar liberdade. Eram regras demais que pareciam uma prisão para as pessoas da época. Quem não se recorda da personagem Kate, de Titanic, angustiada dentro de tantos padrões de comportamento? O mundo menos elitizado de Jack lhe parecia muito mais leve. Dessa forma, foram surgindo gerações sem tantos regramentos, até que os netos destes hippies sentiram o desejo de aprender o que seus pais não lhe ensinavam. Assim, os livros sobre o assunto que eram lançados logo se tornavam best-sellers (mais vendidos).

Entendendo limites

Como entender quando termina meu espaço e quando começa o do meu próximo? Vou te dar alguns exemplos simples:

1 – Coloque o som da música num volume em que você consiga ouvir. Ninguém precisa ter o seu gosto (ou desgosto) nem querer escutar aquele
CD na mesma hora em que você.

2 – Perfume é para quem te abraça sentir seu cheiro. Não precisa deixar cada espaço em que passa impregnado com aquela fragrância que você adora, mas pode fazer outras pessoas terem crise de espirro.

3 – Não abra ‘as asas’ e prepare o voo ao partir a carne no seu prato. Mantenha os braços pertos do corpo para não invadir o espaço do colega
ao lado.

4 – No ônibus, não leia o jornal abrindo tanto as páginas de forma a atropelar o vizinho. Aprenda a abrir o jornal com jeitinho, dobrando-o
adequadamente. Fica melhor para todos.

Sobre o que vamos abordar?

Neste espaço, teremos de tudo um pouco: dicas de estilo e postura, como ser hóspede e anfitriã, como arrumar a mesa, como usar os talheres e taças, como escolher o acompanhamento ideal para cada tipo de vinho, trajes para cada festa e muito mais.
Até a próxima!