Entrevista da Semana

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Dra. Verônica  Lima – Médica 

Perfil:

– Qual a sua formação profissional? Sou médica formada pela FMC; fiz 1 ano de clínica médica na Santa Casa do Rio de Janeiro, 3 anos de residência médica no IAMSPE/ HSPE em São Paulo, sou especialista em Patologia pela Sociedade Brasileira de Patologia / AMB e MBA em gestão de Saúde e Administração hospitalar.

– Como se deu a escolha pela profissão? Eu adoro estudar. Meu pediatra era daqueles grandes médicos sempre dispostos a escutar. Eu era fascinada por ele e pelo exemplo de ser humano que ele era. Resolvi que seria igual (risos!). Sou a 1ª médica da família.

– Fale sobre a sua área de atuação. A Patologia é especialidade médica pouco conhecida pelo leigo. O médico patologista vem saindo da invisibilidade que o confinava àquele profissional por trás do microscópio que só elaborava laudos. Hoje é elemento central no protagonismo do manejo adequado dos pacientes. A integração da especialidade nas equipes multidisciplinares e a adoção de técnicas moleculares no diagnóstico histopatológico são aspectos que melhoram os resultados para o paciente e aceleram seu processo de cura. O médico patologista tem papel fundamental junto a outras especialidades, sobretudo a cirurgia e a oncologia. A atualização e muito estudo são constantes nessa área.

– Como administra o seu dia desde a hora que acorda? Eu faço uma programação. Nem sempre funciona, mas o ser humano é adaptável.

– Quem é Veronica? Eu brinco e digo que sou gente fina, elegante e sincera. Nessa vida eu tenho muito mais do que preciso e vivo agradecendo por isso, e quanto mais eu agradeço, mais coisas boas acontecem.

– Fale sobre a sua família. Tenho uma família pequena. O José Francisco, o Kiko (meu menino grande, parceiro de todas as horas há mais de 20 anos) e o João Victor (meu menino “pequeno”).

Bate-bola:

– Te assusta A intolerância.
– Vencedor O brasileiro (o Brasil não é para amadores)
– Maior conquista Minha família
– Palavra favorita Resiliência
– Bebida preferida Vinhos
– Animal de estimação Multi, nosso Yorkshire
– Livro que está lendo O Segredo da Dinamarca
– Qualidade que admira Perseverança
– Seu maior defeito Impaciência
– Esporte que pratica Kickboxing (que descobri há 1 ano) e Pilates que pratico há uns 14 anos
– Mudaria em você A impaciência. A arte marcial tem contribuído muito para isso.
– Se arrepende de… Não me arrependo. Não penso em “mas e se…”. Se não tentar, como saber?
– Medo Barata (essa tive que fazer uma enquete aqui em casa).
– Seu Estilo é… Estilo é um estado de espírito. É ser alternativo, sem muitas regras e divertir-se com isso.
– Sucesso é… É olhar o passado e estar grata com o presente.
– Outra profissão que gostaria de ter Eu já quis ser arquiteta. Hoje não me vejo fazendo outra coisa além da Patologia.
– Amigo (a) inseparável Tenho um pequeno e seleto grupo, mas melhor não citar nomes pra outros não ficarem chateados.
– Detestável A corrupção que assola a nação
– Campos A cidade que me acolheu por duas vezes e espero que melhore muito em todos os aspectos.
– Estilo de música Jazz e Blues
– Saudades Da infância
– Não acredita No impossível
– Jamais faria Pular de pára-quedas. Nem pensar…
– Religião Caminhos diferentes que cada um escolhe para chegar ao Criador.
– Deus Tem vários nomes, mas é essencial
– Deixe uma mensagem Sejamos propagadores do Bem, do respeito mútuo e da gentileza.

Designer: Aldir Mata

Entrevista da Semana

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Dr. Felipe Drumond – Advogado

Perfil:

– Qual a sua formação profissional? Bacharel em Relações Internacionais. Posteriormente formado em Direito pela PUC-Rio. Pós-Graduado em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra (Portugal) e mestrando na área de Direito Processual Penal.

– Resuma a sua trajetória profissional? Ainda no início da faculdade de Direito, na PUC-Rio, comecei a estagiar no escritório do Arthur Lavigne, especializado em advocacia criminal e muito tradicional no Rio de Janeiro. Desde então, fiquei fascinado pela profissão. O dinamismo, os desafios e a possibilidade de lutar contra injustiças me fizeram ter a certeza de que se tratava da carreira que deveria seguir. Ao me graduar, passei, então, a trabalhar com Diogo Malan. Foi uma oportunidade de um crescimento profissional incrível, tendo em vista que, além de um excelente criminalista, se trata de um brilhante professor de processo penal, filho do ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, autor de diversos livros e uma verdadeira referência na área. Posteriormente, comecei a trabalhar, ainda no Rio, com André Perecmanis, um grande amigo, irmão de vida e de batalhas. Além do encanto pela advocacia criminal, sempre fui fascinado por dar aulas.  Passei a dar aulas na Faculdade de Direito da PUC-Rio. Logo após, decidi que seria interessante trazer para Campos um escritório especializado em advocacia criminal, com um perfil de atendimento personalizado e experiência em áreas até então pouco comuns na cidade, como o Direito Penal Econômico e Empresarial. Assim, fundei em Campos meu próprio escritório, o Drumond & Escocard Advogados, ainda mantendo estreita ligação com o André Perecmanis por meio meio de associação com seu escritório a fim de oferecer aos clientes um atendimento especializado e dedicado tanto em Campos quanto na capital do Rio de Janeiro. Ao voltar a morar em Campos, não poderia ficar afastado das salas de aula, razão pela qual fui professor de Direito Penal e de Processo Penal da Universidade Cândido Mendes por pouco mais de 2 anos. Ultimamente, passei a dividir meu tempo entre Campos e o Rio por lá atuar em alguns processos da chamada operação “Lava-Jato” do Rio. Em paralelo, como não poderia abandonar a minha paixão pelo magistério, fui convidado para dar aula de Direito Penal Econômico em um curso de Pós-Graduação em Direito da UERJ, onde continuo lecionando até os dias de hoje.

– Tendo uma família com médicos, inclusive o seu pai Dr. Carlos Mario de Melo, por que escolheu o Direito? Desde o tempo do colégio eu tinha por hábito defender meus amigos de todo e qualquer problema em que se metiam, inclusive junto à direção escolar. Acho que a advocacia sempre esteve presente em mim; escolher o Direito foi apenas reconhecer uma paixão e uma inclinação naturais.

– Alguém te influenciou na escolha? Tive uma influência indireta. Antes do Direito estudava Relações Internacionais e pensava em seguir a carreira de diplomata, até que um dia vi um professor e diplomata que eu tinha como referência ser transferido de um posto de muito prestígio para uma posição relegada ao ostracismo por razões meramente políticas. Essa decepção me fez procurar outro plano profissional e me permitiu descobrir a inclinação pelo Direito que desde sempre esteve em mim.

– Como advogado, qual a sua opinião em relação à morosidade da justiça? Penso que a morosidade do Judiciário é um problema sério, mas não representa a sua principal deficiência. Faço essa afirmação porque, muitas vezes, a pretexto de se superar a morosidade judicial, procedimentos, formalidades e certos direitos são atropelados pelo Poder Judiciário em nome de maior celeridade, e isso é ainda mais grave. Um processo com violação de direitos é, seguramente, um processo injusto. Não há dúvidas de que um processo excessivamente lento também possa se tornar inevitavelmente injusto ou ineficiente; entretanto, é preciso que as soluções passem a ser pensadas com profundidade, responsabilidade e sem que haja violações de direitos.

– Você é realizado na profissão? Faria tudo novamente? Costumo dizer que não defendo minhas ideias e teses no Direito por ser advogado, mas sou advogado apenas porque acredito plenamente nos meus ideais. Ser advogado criminalista é estar, sempre, em defesa de alguém que amargura em uma posição mais vulnerável no processo. Quando olho para trás e me lembro de quantas vezes, com muita veemência e paixão, defendi meus amigos de colégio junto à direção escolar e o quão apaixonado sou pelo que faço, tenho a certeza de que eu não poderia fazer algo diferente. Sou realizado por lutar por um ideal no qual realmente acredito. Faria tudo de novo, com a mesma paixão de sempre.

– Fale sobre a sua família. – Sou solteiro, não tenho filhos e tenho uma namorada, Maria Luiza Soares.

– Quem é Felipe? Sou um cara apaixonado. Costumo ser intenso, sempre, em tudo que faço. Defendo com unhas e dentes o que acredito.  Gosto de pessoas sinceras e que são significantes na sua simplicidade. Até hoje um dos meus maiores desafios é tentar descrever como sou. Acho que continuo fracassando nesse propósito. Mas eu diria que sou de verdade. E, mesmo não sabendo dizer exatamente o que é isso, o que importa é que quem é de verdade sabe quem é de verdade.

– O que faz nas horas de folga? Adoro praticar esportes. Sempre que posso arrumo um tempo para treinar crossfit, que se tornou mais que uma atividade, mas um estilo de vida para mim. Corro, pedalo, faço um pouco de musculação e me lamento por não ter mais tempo e disposição para praticar outras modalidades. Adoro cozinhar, reunir amigos, família, ver bons filmes e, quando é possível, passear um pouco por aí.

Bate-bola:

– Ser feliz ou estar feliz – viver leve

– Paixão por – esportes

– Exemplo de pessoa – meus pais

– Ser advogado é… lutar incansavelmente por Justiça

– Time – Flamengo

– Medo – do “espelho se quebrar”

– Motivo de tristeza – injustiça

– Alegria – superação

– Filme que recomenda – Tempo de matar

– Momento de parar – quando morrer

– Dica para o sucesso – acreditar e não desistir

– Melhor amigo(a) – meu pai

– Mentira – uma lástima

– Hobby – crossfit

– Maior conquista – sempre que um aluno se diz satisfeito com o que tentei ensiná-lo

– Não faria novamente – repetir meus erros

– Não abre mão de… praticar esporte

– Admirável – humildade

– Orgulho de… ser honesto

– Ídolo – meu Pai, Carlos Mário

– Bebida preferida – água

– Animal de estimação – cachorro

– Mulher elegante: Minha mãe, Dulce Drumond

– Som que te agrada – Samba

– Momento agradável – Os Natais da minha infância

– Adoraria esquecer – o dia em que vi, pela última vez, meu tio e segundo pai entrar no hospital

– Religião – Deus

– Deus – O grande Arquiteto do universo

– Deixe uma mensagem: Nos tristes dias de hoje, em que as “soluções” para os problemas sociais tem feito triunfar a arbitrariedade às custas da democracia, deixo um significativo trecho do poema “No caminho com Maiakóvski”, de Eduardo Alves da Costa: “Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.”

Designer: Aldir Mata

Entrevista da Semana

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​Luciana D’Angelo – Bancária

Perfil: 

– Qual a sua formação profissional? Sou formada em Psicologia, e trabalho como bancária há 28 anos. Trabalho no Itaú Personnalité, que atende um segmento diferenciado. Sou muito feliz com meu trabalho e estou vivendo o melhor momento da minha vida, depois dos 50. Hoje sou gerente de expansão de negócios; escolhi ser bancária porque sempre gostei muito da profissão; gosto muito do meu trabalho.

– Como administra o seu dia? Acordo às 07:30h, entro no banco às 09:00h; saio às 18:00h e vou para casa.

– Quais os seus desafios na profissão? Todos os dias tenho um desafio, que é enfrentado e superado com profissionalismo e resultados positivos.

– Quem é Luciana? Tenho temperamento forte, sou amiga, parceira e gosto que as pessoas sejam assim também comigo: uma troca. Gosto da verdade; detesto mentira e falsidade. Sou uma típica escorpiana.

– Fale sobre a sua família – Minha família é meu tudo, é meu porto seguro; tenho uma família maravilhosa; somos muito família. Eu e meu irmão somos muito amigos, parceiros; minha cunhada é mesmo da família, é amiga querida; meu pai e minha mãe são tudo na minha vida, mas meu pai é único… costumo falar que quando eu crescer quero ser igual a ele… ele é o ícone da nossa família. Minha filha é tudo na minha vida, amor incondicional; uma filha maravilhosa, que estuda no isecensa, onde cursa Enfermagem.

– Como encontrar tempo para o lazer? Administrando bem. Vou sempre para o Rancho da Lagoa, uma propriedade que minha família tem em Lagoa de Cima.

Bate-bola: 

– Pessoas amáveis – Pessoas educadas, gentis, que respeitam e que gostam de mim apesar dos meus defeitos, porque gostar das qualidades é muito fácil. Pessoas respeitosas… isso é muito importante.

– Lembrança de infância – Meus avós, na fazenda, eu pequenininha e meu avô puxando o cavalo pela rédea.

– Sem solução – Só a morte mesmo.

– Cheiro agradável – Alfazema

– O que te faz rir? Os carinhos da minha filha.

– Mania – De limpeza.

– Som que te agrada – MPB; adoro.

– Sonho de consumo – Morar na Itália.

– Amor – Minha família e meus amigos.

– Não falta na tua bolsa – Maquiagem

– A morte – Faz parte da vida; penso na morte considerando a vida eterna, por ser católica.

– Momento atual – Momento maravilhoso na minha vida, graças a Deus.

– Religião – Católica, da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima – Padre Crimário.

– Deus – Tudo na minha vida; Deus em primeiro lugar.

– Deixe uma mensagem: Que as pessoas sejam mais solidárias e menos egoístas! Que o amor prevaleça sempre.

Fotos: Letícia Areas

Designer: Aldir Mata

Entrevista da Semana

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Dra. Mirna Rangel – Nutricionista

– Qual a sua formação profissional? Sou Nutricionista

– Faça um breve resumo sobre a sua trajetória profissional. Já havia feito uma faculdade, Moda. Após começar a mudar meus hábitos, buscar melhorar meu corpo e saúde, passei a conhecer e a me informar mais sobre alimentação e foi onde me encantei em como o alimento age em nosso corpo e saúde. Então, resolvi iniciar a faculdade. Me encontrei!

– O que a sua experiência como empresária ajuda em sua atuação como nutricionista? Antes de me formar em Nutrição já era engajada nesse meio Fitness. Tive uma loja de suplementos esportivos, onde me deu um conhecimento e experiência enormes, já que atuo mais voltada para a área esportiva.

– O que um nutricionista faz? O principal é melhorar a saúde como um todo! Nossa função é levar uma melhor qualidade de vida ao paciente, mais disposição, devolver a alta estima. Criamos um Planejamento alimentar em cima dos hábitos, do estilo de vida e dos objetivos do paciente.

– Todas as pessoas deveriam ter um acompanhamento profissional? Sim; aliás, creio que em todas as áreas deveria ser assim.
Existe a individualidade, o que é bom para uma pessoa pode não ser para outra.

– Quem é Mirna? Antes de tudo, uma pessoa de bem com a vida, alegre!!! Adoro distribuir sorrisos, mas em contrapartida, sou explosiva e me irrito fácil. Dou minha vida pela família e amigos, viro Leoa se mexerem com eles, instinto protetor! E, como toda pisciana que se prese, sou sonhadora, romântica e sensível.

– Como administra o seu dia? Me divido entre os afazeres de casa, cuidar dos filhos, consultório e claro, não abro mão do meu treino, que é o momento onde cuido de mim!

– Fale sobre sua família. Sou casada com Lucas Mercante, tenho uma filha linda chamada Camille e um baby encantador chamado Lucca. Pais maravilhosos que são minha base e irmãos super protetores e carinhosos.

– O que costuma fazer nos momentos de folga? Varias coisas… amo reunir os amigos, viajar, sair com os filhos, menos ficar parada! Rs.

Perfil:

– Não gosta de assistir: notícias de tragédias na TV.

– Comida que sabe preparar: comidas Fits
– Covarde: políticos
– Um nome especial: Deus
– Estilo de música: todas
– Lembrança agradável: minha infância, minha vozinha.
– Fruta preferida: morango
– Bebida doce: suco
– Campos: adoro morar em minha cidade!
– Não admira: inveja
– Cheiro bom: flores
– Detestável: pessoas covardes
– Lugar que adoraria conhecer: Ibiza
– Maior conquista: meus filhos
– Som que te acalma: do mar
– Medo atualmente de… perder um ente querido.
– Mulher inteligente: minha mãe!

– Um exemplo a ser seguido: O Papa
– Tem vergonha de: quando há falta de senso.
– O que é preciso para ter a sua amizade: ser amigo!
– Religião: espírita
– Deus: Tudo! Nossa direção.
– Deixe uma mensagem: Que as pessoas pessoas tenham mais amor, compaixão e respeito com o próximo.

E aí, gostaram da entrevista com a Dra. Mirna Rangel?