Moda

Nota dez

A partir de hoje eu vou postar as coisas, que ao meu ver, merecem nota dez.
Pode ser roupa, acessório, joia, arquitetura, lugar…

No post de hoje escolhi umas peças de roupas que montaram o look da Carolina Dieckmann na revista Estilo de janeiro. Que linda ela ficou. Aprecio muito uma pessoa vestida de forma elegante, ela esbanjou.

Blog da Vânia

Testosterona

O hormônio de hoje é a testosterona, principal hormônio masculino, mas também presente em níveis 30 vezes menores nas mulheres.

A redução da produção hormonal masculina também ocorre com o envelhecimento. Porém, ao contrario das mulheres, esta redução é lenta e gradativa. Ainda assim, a queda nos níveis de testosterona causa desconforto e afeta a qualidade de vida, pois gera sensação de fadiga persistente, redução da força física e da libido.

Praticamente todos os homens ao longo da vida terão o declínio de testosterona; o que varia individualmente é a intensidade e presença de sintomas. Após os 60 anos a produção de testosterona é baixa o suficiente para que quase 30% dos homens já apresentem algum sintoma. Aos 70 anos, de acordo com o Ministério da Saúde, mais da metade dos homens sofre com a deficiência, e, aos 80, mais de 50% voltam a ter níveis de testosterona semelhantes aos de meninos antes da puberdade.

A reposição hormonal é recomendada aos homens que apresentam os sintomas indicados e tenham redução comprovada nos níveis de testosterona (o que não pode ser feito somente com uma dosagem hormonal). Também considera-se como indicação pacientes com deficit no hormônio e com fatores de risco para doenças cardiovasculares e ósseas (como histórico familiar de osteoporose). Por outro lado, ela é contra-indicada em casos de câncer e de doenças crônicas de fígado, rim ou diabetes.

Para que o tratamento seja iniciado, deve ser feita avaliação hormonal e urológica. O acompanhamento regular com o endocrinologista e urologista é imprescindível.

E a reposição de testosterona na mulher?

O uso de testosterona por mulheres em busca de redução na gordura corporal, ganho e fortalecimento muscular, redução de celulite e aumento da libido tem sido crescente. Nestes casos o uso é totalmente condenado, uma vez que são inúmeros e intensos os efeitos colaterais. A lista destes efeitos vai desde aparecimento de acne, crescimento do clitóris, crescimento do pomo de Adão (gogó), aumento e espessamento de pelos, engrossamento da voz (costuma ser irreversível), queda de cabelo e retenção de líquidos até alterações no comportamento, com aumento da agressividade.

Em casos mais graves pode haver aumento no número de glóbulos vermelhos e de fatores de coagulação do sangue, aumentando o risco de trombose, hepatite, aparecimento de cistos e tumores malignos no fígado.

Infelizmente algumas pacientes acreditam que o uso de doses menores, com as chamadas “formulações bioidenticas” ou em períodos mais curtos não traz problemas, mas os riscos são os mesmos e só aumentam com o tempo de uso, continuo ou em intervalos. Hoje, no Brasil, nenhuma formulação contendo testosterona é aprovada pela Anvisa para uso com fins estéticos. Também não há, a priori, fora da menopausa, indicação de investigar deficiência de testosterona em mulheres.
Para quem usa, quanto antes parar, melhor. Importante destacar que a testosterona não causa dependência química, e é possível interromper seu uso com orientação do Endocrinologista.

Por outro lado, em algumas mulheres na menopausa, bem pesados os riscos e benefícios, e em doses adequadas, com correta monitorização, a testosterona já tem sido empregada para restabelecer a libido e combater a perda de massa muscular. Ela também pode ser usada no combate a endometriose.

Na semana que vem os hormônios serão os da tireóide.
Matéria escrita pela médica endocrinologista Patrícia Peixoto

Dicas, Moda

Vamos de Jeans?

Alguma coisa fica feia no jeans? Impossível, não é? Pode ser qualquer tipo de roupa e fica perfeita. Em 2016 não vai ser diferente. As calças capri, destroyed, as saias curtas, longas, camisas, cropped, vestido, as jardineiras, os coletes (simples ou bordados com pedras e/ou tachas), os shorts… todos vão continuar em alta.

Vai depender do seu estilo, ousadia e inovação. Você pode comprar ou customizar aquele jeans sem graça que você já não usa. Separei algumas ideias.

Saúde

O envelhecimento e os hormônios.

Quando fazer reposição?

Como parte natural do envelhecimento, o sistema endócrino sofre diversas alterações consideradas normais nesta fase da vida. Alguns dos hormônios que mais sofrem alterações em suas concentrações são o hormônio do crescimento (GH), tireóide, estrogênio, testosterona e DHEA.
Quando se fala em envelhecimento saudável, logo surge a dúvida: Quando e como saber se esta redução nos níveis destes hormônios é normal para a idade, fazendo parte do processo natural de envelhecimento, ou é algo fora do considerado saudável, e por isso precisa ser feita reposição hormonal?

No post de hoje vamos falar sobre o GH

O GH, que é o hormônio do crescimento, é produzido pela hipófise, uma glândula pequena localizada na parte inferior do cérebro. Para ele exercer seus efeitos no organismo, ele utiliza um intermediário, o IGF1. É através dele que o GH promove o crescimento. Outras funções importantes dele são aumento da síntese proteica, o que ajuda a formar músculos, e aumento da lipólise, isto é, da queima da gordura estocada.
Com o envelhecimento, há uma redução normal na síntese e secreção do GH, e consequentemente do IGF1. Este processo, que é natural, pode ser atenuado se a pessoa:

1 – se mantiver fisicamente ativa, uma vez que a atividade física aumenta a secreção de GH
2 – mantiver peso dentro do normal, evitando sobrepeso e obesidade, que causam redução do GH
3 – buscar uma boa qualidade do sono, pois quando ele é afetado, há uma piora na secreção do GH.

Apesar de todos os indícios apontando que a queda dos níveis do GH são consequência e não causa do processo de envelhecimento, diversos estudos foram feitos visando “modular” os níveis deste hormônio na tentativa de manter o bem estar e a juventude. Porém, os resultados foram contraditórios ou decepcionantes. Um dos estudos mais bem desenhados sobre o assunto, publicado na revista médica JAMA em 2002, mostrou que o uso do GH ajudou a aumentar a massa muscular, reduzir a massa gordurosa e a melhorar a performance atlética de maneira muito sutil. Contudo, efeitos adversos como inchaço, dores nas juntas, síndrome do túnel do carpo e diabetes foram muito frequentes, o que levou os pesquisadores do estudo a concluir que este tipo de tratamento não deve ser usado, pois os prejuízos à saúde são maiores que os benefícios.

Em 2007, uma extensa revisão de toda a literatura médica sobre o uso do GH como tratamento “anti-aging“ reviu dados de 18 estudos e revelou que foram estudos que não duraram mais do que 6 meses, limitando a capacidade de avaliar benefícios e principalmente os possíveis riscos a saúde. Ainda mostrou que o GH não emagrece e a mudança na composição corporal com ganho leve de massa muscular não foi capaz de reduzir os níveis de colesterol nem de melhorar a massa óssea. E o principal, os pacientes que fizeram uso de GH apresentaram efeitos adversos como inchaço, dores nas juntas, síndrome do túnel do carpo, glicose elevada, diabetes e ginecomastia (crescimento de mamas em homens).

Uma vez que não indicamos e não é considerado um hormônio a ser reposto para atenuar sintomas do envelhecimento, não há indicação de ser feita dosagem de seus níveis em exame de sangue de rotina. Só é feita investigação de deficiência do GH se houver alguma suspeita de doença afetando sua produção. E, para isso, o paciente precisa ser avaliado por um médico especialista em endocrinologia. Vale a observação de que dosar GH isoladamente e sem uma indicação correta só trará dúvidas, uma vez que este hormônio tem secreção pulsátil e que é afetada por vários fatores. O médico especialista sabe que, se for necessário avaliar os níveis de GH de um paciente, outros hormônios, mais específicos, serão necessários.

Concluímos que, salvo em doenças em que há uma deficiência real de GH no adulto (exemplos: alguém que fez uma cirurgia na hipófise que afetou a produção deste hormônio ou em que a hipófise foi afetada por uma doença infecciosa ou autoimune) o uso do GH não está indicado. Usá-lo em terapia de “modulação hormonal” oferece um ganho muito discreto às custas de efeitos adversos muito frequentes, inclusive desenvolvimento de doenças como diabetes e alguns tipos de câncer.

Na próxima semana falarei sobre outros hormônios e seus papéis no envelhecimento

Matéria feita por Dra. Patrícia Peixoto CRM 52700134 – Médica Endocrinologista

Jóias, Moda

Tudo jóia…

Eu não conheço uma pessoa que não goste de jóias, semi-jóias, relógios… E não tem como não ficar apaixonado(a) pelas peças top que À Jóia Nobre tem para nos deixar com os olhos brilhando. Hoje foi um dia especial, e eu selecionei brincos, pingentes, mandalas, anéis, cordões, brincos, relógios que vão deixar vocês doidos(as) também. Não dá para resistir.

Ah, e lá você além de escolher o tipo de mandala – que são vários – pode encomendar com o nome ou a palavra que quiser. Luxo, não é?