Idiomas

Os falsos cognatos

Como prometido no último post, hoje falaremos da importância em se comunicar de maneira apropriada e precisa.

Tanto em nossa língua materna, quanto em qualquer língua estrangeira, a necessidade de se fazer compreender de maneira correta é essencial para que falhas na comunicação, e até mesmo algumas gafes sejam evitadas.

Às vezes, com o intuito de rebuscar nosso vocabulário, utilizamos palavras que parecem ter um significado, mas que na realidade, possuem outro completamente diferente daquela intenção que temos. Isso pode ocorrer com maior facilidade se estamos comparando Português e Inglês.

Há diversas palavras que, por se parecer na grafia, na pronúncia ou em ambos, podem confundir e deixar aquele que está utilizando o idioma em má situação. Temos aí os Heterossemânticos, ou simplesmente, os Falsos Cognatos (em Inglês, “False Friends”).

Para que você possa enriquecer seu vocabulário e driblar os erros, segue uma tabelinha contendo alguns deles:

Mas fique ligado: Há também aquelas palavrinhas que facilitam a nossa vida!

A boa notícia é que algumas delas realmente significam o que parecem. Para que vocês possam visualizá-las e estuda-las, segue mais uma tabela:

E como dever de casa para quem quiser estudar um pouquinho, segue a última tabela; você pode completa-la com uma breve pesquisa e decidir se estas palavras são ou não false friends.

See you next week!

Lívia Campos Barcellos Pedagogical Coordinator
CNA Campos Ouvidor 22 2733-4133 22 99833-4133

Idiomas

A escolha, em inglês, dos nomes para os nossos bichinhos

Hoje seria o dia de aproveitar o “gancho” da última postagem e falar um pouco sobre expressões em inglês – desta vez, algumas que nos confundem por se parecerem com Português na grafia e/ou pronúncia, mas que na realidade significam algo completamente diferente: os ‘False Friends’ (falsos cognatos).

Porém, um acontecimento me trouxe outro assunto: uma amiga perdeu seu querido amigo de quatro patas, que acompanhava a família por 14 anos.

Amante de pets, sou bem familiar a esta dor. Mesmo sabendo que, em teoria, eles não nos acompanharão por tanto tempo quanto seria o justo, e que viverão menos que nós, nunca estamos preparados para quando chega a hora de se despedir. Sabemos que é um momento muito triste e doloroso, onde acreditamos que não iremos mais desejar ter outro bichinho.

Mas a realidade é que todos nós que não vivemos sem nossos companheiros, em algum momento após o luto, escolhemos um novo amigo para nos trazer novas alegrias. E quando chega o momento em que os adotamos, é hora de batizá-los.

A curiosidade que trago hoje é a tendência na escolha de nomes dos nossos animais de estimação. Não que seja regra, mas os nomes “em inglês” são muito utilizados. Quase todos os meus companheiros, por exemplo, tiveram nomes em inglês. Aloha, Point, Boomer, Bruce… E hoje, o meu querido Harley!

Ainda conheço vários outros, como Elvis, Buddy, Polly, Noah, Luke, Ozzy e o próprio Nick, quem me inspirou a escrever este texto.

Segue abaixo, uma lista de nomes comumente escolhidos, e seus significados:

Angel – Anjo, mensageira
Bethoven – O do quintal das beterrabas
Barbie – Tem origem inglesa e significa delicada, além de fazer referência à famosa boneca Barbie
Billy – Príncipe afortunado
Bob – Famoso e glorioso
Boris – Trabalhador, forte e guerreiro, combatente
Bryan – Preocupado, busca sempre a segurança
Chuck – Homem robusto, homem do povo
Daisy – É a denominação dada a uma flor branca campestre e também significa “atenciosa” e “apegada à família”
Dexter – Sábio
Eddy – Inquieto, impaciente
Garfield – Personagem do desenho animado
Hanna – Flor, florescimento, graciosa, bem aventurada
Johnny – Deus gracioso
Jack – O vencedor, agraciado por Deus
Jimmy – Suporte do calcanhar
Kiara – Clara, brilhante, ilustre ou negra, obscura
Lassie – Bonita
Snoop – Famoso personagem de desenho
Ted – Próspero, dádiva divina
Theo – Do Grego, Deus
Thor – Deus do trovão
Toby – Agradável a Deus, agradável aos sentidos
Tyler – Aquele que conserta telhados
Woody – Dos bosques
Zion – Terra prometida

Outro fato interessante é que, de acordo com as regras gramaticais, o pronome correto para usarmos quando não nos referimos a seres humanos (o famoso “terceira pessoa do singular para coisas e animais”) seria ‘it’. Porém, por se tratar de bichinhos que tem grande valor sentimental para aqueles que os estão mencionando, é perfeitamente aceitável que se use ‘he’ ou ‘she’.

Ainda sobre o uso da língua inglesa associado aos bichos de estimação, coincidentemente, nesta última semana, a querida Vânia comentava comigo sobre vários comandos de adestramento serem dados em inglês, e isso pode ser associado ao fato de que são mais curtos, e portanto, mais fáceis de serem assimilados e aprendidos pelos inteligentes animaizinhos.

Bem, este era o recado de hoje. Estejam à vontade para compartilhar outras curiosidades relacionadas à língua inglesa e nossos pets, ou mesmo a compartilhar os nomes de seus bichinhos.

E caso queiram estudar um pouquinho de Inglês, aí vai uma ‘homework’: Decifre a sigla da minha mensagem abaixo:

R.I.P. – Nick

Lívia Campos Barcellos
Pedagogical Coordinator
CNA Campos Ouvidor 22 2733-4133 22 99833-4133

Idiomas

O futebol e a língua Inglesa

Ainda que nem todos tenham as mesmas preferências, é unânime que de alguma forma a Copa do Mundo mexe com o cotidiano dos brasileiros. Os mais chegados ao futebol se reúnem e celebram os jogos, aproveitam para fazer aquela “social” com os amigos; aqueles que não curtem, acabam descansando um pouquinho, já que o país inteiro dá aquela pausa – pelo menos durante os jogos da seleção.

Mas o que eu realmente acho interessante é toda a miscigenação cultural que um evento como esse é capaz de promover. Podendo passear entre curiosidades sobre os diversos países participantes, novas informações sobre o esporte em questão, integração entre as culturas, desmistificação e quebra de preconceitos, união e solidariedade entre os povos – como se viu quando o atleta muçulmano Mohammed Salah tornou-se ídolo europeu – eu ainda escolho falar de um dos meus assuntos prediletos: a língua inglesa!

Muita gente pode ainda não saber, mas o futebol, tão querido e conhecido aqui no Brasil, surgiu lá: na Inglaterra. E, não podendo ser diferente, as expressões usadas no idioma original foram disseminadas e se perpetuaram nas línguas oficiais de cada país. Eu, particularmente, tive o privilégio de crescer ouvindo meu querido avô(zinho), que quando jovem era jogador de futebol, dizer ao assistirmos juntos às partidas: – “Eles têm que marcar o ‘back’!” Ou: – “Vão bater o ‘corner’.” Ele que, nos dias de hoje está no auge dos seus 90 anos, nunca teve a oportunidade de aprender um segundo idioma, mas fala inglês sem nem ter noção disso.

Vovô Jayr Barcellos e seus companheiros de equipe – Já nasceu com nome de craque de futebol…

Se ninguém se familiarizou com minha estorinha, aposto que as palavras ‘penalty’, ‘score’, ‘goal’, ‘coach’, ou ‘game’ soam familiares ou já surgiram de alguma maneira no vocabulário ou compreensão auditiva.

Para não me estender demais, aproveito o espaço para destacar o que mais admiro neste contexto e compartilhar com vocês um pouquinho do meu conhecimento da língua inglesa, aliado ao futebol! Espero, ainda, que a tabelinha abaixo (trocadilhos à parte) seja útil ao menos para enriquecer as rodas de conversa, integrar um jovem que curte um jogo à sua família, ou facilitar a compreensão ao assistir à transmissão de jogos na telinha.

Abraços, bons jogos e boa sorte, Brasil!

Lívia Campos Barcellos Pedagogical Coordinator
CNA Campos Ouvidor 22 2733-4133  99833-4133

Educação

O CNA e seu diferencial

Hi, there!
Como prometido no post da última semana, vim falar um pouquinho sobre um trabalho muito bonito desenvolvido pelo CNA.

Algum de vocês já pensou em melhorar sua performance no idioma e também a vida de alguém que possa estar precisando companhia? Pois o CNA pensou. A brilhante ideia foi nomeada ‘Speaking Exchange’, que soma mais de 30 prêmios nacionais e internacionais – entre eles, no Festival Cannes Lions 2014 (o principal festival de publicidade e criatividade mundial) – e já faz parte da realidade de diversas escolas CNA pelo Brasil afora.

O projeto teve início a partir da dificuldade que grande parte dos estudantes brasileiros tem em praticar inglês com outras pessoas, principalmente nativos na língua. Ao pensar em como isso podia ser modificado, foi possível unir a ideia de ajudar ao próximo e ainda promover o intercâmbio de experiências entre brasileiros, estudantes de inglês em diferentes idades, e idosos que residem em casas de repouso nos Estados Unidos e Canadá.

Através de uma ferramenta que funciona de maneira semelhante ao Skype, uma chamada de vídeo é realizada e os dois participantes – o aluno e o idoso – são conectados para conversar sobre diversos assuntos, expondo suas preferências, atividades, informações sobre seu dia-a-dia, família e muito mais.

Para melhorar seu desempenho, o aluno conta não somente com o idoso com quem conversa – que dá dicas em como aplicar o idioma da maneira correta – mas também com seu professor, que é o único quem tem acesso à conversa gravada. Ali, ambos podem revisar e corrigir aspectos linguísticos, o que auxilia muito no aprendizado.

Mesmo com todos estes benefícios, o que encanta de verdade são os laços criados entre os participantes do projeto, a quem são proporcionadas verdadeira sensação de fazer o bem ao próximo e possibilidade de desenvolver uma nova amizade. O idoso se sente útil ao auxiliar o estudante a ser melhor praticante do idioma; o aluno, por sua vez, se transforma em nova companhia a alguém que esteja necessitando de um pouco mais de atenção.
Como uma boa manteiga derretida, compartilho (com os olhos cheios de lágrimas, em toda vez que assisto ao vídeo), dois links:
https://www.cna.com.br/sobre-cna/exchange
http://www.dailymail.co.uk/ femail/article-2622691/Lonely- American-retirees-help- Brazilian-students-practice- English-video-chat-make- unexpected-new-friends- process.html
No primeiro, é possível assistir ao vídeo  que mostra toda a beleza e uma breve descrição de como o projeto é realizado. No segundo, para aqueles que desejam fazer uma boa leitura e melhorar as habilidades de compreensão de textos em inglês, é possível ter acesso a uma das diversas publicações estrangeiras que o projeto gerou. Esta, especificamente, no britânico Daily Mail. Vale a pena dedicar uns minutinhos a estas duas paginas.

Quer participar desta experiência? Nossa escola, o CNA Ouvidor – pioneira na execução do projeto em Campos, está te esperando para dar todas as informações necessárias e te deixar apto a ser parte de um mundo onde somos mais que melhores alunos, mas também melhores pessoas.
See you next week!

CNA Ouvidor – Rua Marechal Floriano 355 Tel.: (22) 2733-4133

www.cna.com.br/ouvidor

Educação

Com a palavra: Livia Barcellos

Hi! I’m Lívia!
Bem… Melhor começarmos em Português, certo?
Sou Lívia Barcellos e, antes de começar nossas publicações, vou contar um pouquinho da minha história com a língua inglesa. Não sou muito de falar sobre mim, mas acho legal quando os leitores podem saber um pouco mais sobre aquele que lhes escreve, e principalmente por acreditar que, talvez, alguns se identifiquem com minha trajetória.

Comecei a estudar Inglês um pouco “além da hora”. Apesar da expressão, acredito mesmo que nunca é tarde para novos aprendizados; principalmente quando se trata de um novo idioma, que provavelmente trará inúmeras oportunidades – que podem contemplar desde o lazer à ascensão profissional.

Quando criança, diferente de muitas outras que conviviam comigo, ou mesmo de muitas desta geração atual, eu não tinha nenhum interesse na língua, tendo até certo preconceito. Me encantavam o Italiano, o Francês, e o Espanhol, mas não o Inglês. Quando questionada por minha mãe se gostaria de fazer um curso, como meus primos faziam, minha resposta era sempre um belo NÃO. Isso contradizia minhas notas da escola na mesma matéria. Havia a facilidade, mas não o interesse em aprender o idioma.

Aos 16 anos, com um pouco mais de discernimento sobre o que seria importante para meu futuro, decidi que era a hora de aprender a falar uma nova língua. E como era “mamãe quem pagava por meus estudos” a condição era: – “Escolha entre Inglês e Espanhol, pois estas são as línguas que podem te trazer algum retorno no futuro. Italiano e Francês eu não pago.” Mal sabíamos – nós duas – que exatamente naquele momento ela estaria determinando grande parte do meu futuro profissional.

Ainda quando estava na metade da minha formação em Psicologia e trabalhava em uma clínica odontológica, me formei no Inglês. E como gostaria de manter o contato com o idioma e pensava que já estava na hora de ocupar um cargo profissional mais sério e que tivesse “mais a ver” comigo, resolvi juntar o útil ao agradável. Distribuí alguns currículos e fui chamada a alguns treinamentos, em diferentes escolas. Apesar de ter adorado conhecer diferentes métodos, fiquei realmente realizada quando meu caminho se cruzou novamente com aquela escola onde eu havia simplesmente me encantado com o Inglês: o CNA Ouvidor. Ali eu me senti em casa. Aprendi com ótimos profissionais a como lecionar. Fiz treinamentos, me especializei, expandi meus conhecimentos e saí ainda a trabalhar em outras escolas.

Após me formar na faculdade, abri meu consultório, continuei a estudar Psicologia, mas sem nunca abandonar o Inglês. E aí foi quando surgiu uma nova oportunidade: a coordenação do CNA. Em 2015, ao ver que este era o lugar que me fazia realmente feliz no âmbito profissional naquele momento, fechei (temporariamente) meu consultório, deixei minhas atribuições de professora em outras instituições e, com a cara e a coragem, sem saber como e o que fazer, assumi o cargo que ocupo hoje.

Me sinto muito realizada profissionalmente, com muito mais bagagem e conhecimento. Tive diversos treinamentos com profissionais mais que especializados, mas principalmente, tive ótima assessoria de meus companheiros de trabalho, que me ajudaram nestes três anos de coordenação, e continuam a me ajudar hoje.

A influência do Inglês em minha vida permanece, não só em meu trabalho atual, mas também naquela profissão que escolhi como formação principal e que continuo amando – Psicologia – e principalmente em minha vida pessoal.

Como coordenadora, me sinto útil em ajudar nos Recursos Humanos de minha instituição, me sinto útil ao desempenhar funções que aprendi quando estudei Psicologia Escolar, me sinto útil em ajudar alunos e responsáveis. Porém, me sinto ainda mais feliz em conhecer pessoas maravilhosas – como a Vânia Carvalho – que em tão pouco tempo me cativou de maneira impressionante e me honrou com o convite de participar de seu blog como colaboradora e levar até vocês tudo de bom que o Inglês pode proporcionar.

Meu intuito com essa primeira postagem não é somente falar sobre minha história, mas principalmente mostrar como o idioma pode trazer a vocês tantas novas experiências e oportunidades. No meu caso, desviou completamente meu caminho profissional, da melhor maneira possível. Peço desculpas por me estender neste texto, mas prometo que, apesar de sem experiência em escrever ao público, darei o melhor de mim, assim como quando comecei aqui na coordenação, função que desempenho hoje com propriedade, toda a minha dedicação e satisfação.

Temos um encontro marcado na próxima semana, com um assunto lindo – como integrar o aprendizado da língua inglesa ao bem ao próximo: o Speaking Exchange.
See ya! Ooops… Até lá!

Lívia Campos Barcellos
Pedagogical Coordinator
CNA Campos Ouvidor
22 2733-4133
22 99833-4133